Glossário
90 definições curtas, em português claro. Quando o assunto pede mais, o verbete leva ao guia completo.
tpAmb = 2: a nota passa pelas validações do fisco e recebe resposta como se fosse real, mas não tem valor fiscal — no sistema nacional da NFS-e, ele se chama produção restrita. Na NF-e e na NFC-e de homologação com destinatário, a SEFAZ exige que o nome dele venha como “NF-E EMITIDA EM AMBIENTE DE HOMOLOGACAO - SEM VALOR FISCAL”. Ler o guia →tpAmb = 1: a nota autorizada nele tem validade jurídica, entra na escrituração do emitente e do destinatário e só pode ser corrigida pelos caminhos legais, como o cancelamento no prazo ou a carta de correção. Por isso, o recomendado é provar cada integração com uma nota autorizada em homologação antes de emitir aqui. Ler o guia →vBC. No ICMS o próprio imposto integra a sua base (o cálculo “por dentro”), enquanto o IBS e a CBS, pela Emenda Constitucional nº 132/2023, não integram a própria base de cálculo. Ler o guia →110110) que corrige erros de preenchimento de uma NF-e já autorizada, sem cancelá-la. Ela não pode mudar o que determina o valor do imposto (base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor), trocar o remetente ou o destinatário, alterar a data de emissão ou de saída, mexer em campos de exportação informados na DU-E nem incluir ou alterar parcelas de venda a prazo (Ajuste SINIEF 07/05). Ler o guia →000001 é a tributação integral), e a tabela oficial é publicada no Portal da Conformidade Fácil. Ler o guia →.pfx) no computador, no celular ou num servidor, com validade de 1 ano. Por ser um arquivo, permite que um sistema assine os XMLs automaticamente, sem token conectado — é o formato que viabiliza a emissão de notas por API e em nuvem. Ler o guia →5.102 é a venda, dentro do estado, de mercadoria adquirida de terceiros. Ler o guia →210210, chamado na norma de “Ciência da Emissão”) em que a empresa declara saber que existe uma NF-e emitida contra ela, sem confirmar nem recusar a operação — é o que libera o download do XML completo. Pode ser registrada em até 10 dias da autorização da nota e obriga o destinatário a registrar depois um dos eventos conclusivos (Ajuste SINIEF 07/05). Ler o guia →indFinal. Na venda a consumidor final de outro estado, o estado de destino fica com a diferença entre a sua alíquota interna de ICMS e a interestadual (o DIFAL). Ler o guia →tpEmis = 9), para autorização posterior. Resolvido o problema, a nota deve ser transmitida imediatamente, no limite do primeiro dia útil seguinte à emissão (Ajuste SINIEF 19/16). Ler o guia →102 (tributada pelo Simples sem permissão de crédito) e 500 (ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária ou por antecipação). A tabela oficial está no Anexo III-A do Convênio s/nº de 1970. Ler o guia →000 (tributação integral), 200 (alíquota reduzida), 400 (isenção), 410 (imunidade e não incidência) e 510 (diferimento). Ele é detalhado pelo cClassTrib, cujos três primeiros dígitos são o próprio CST. Ler o guia →00 = tributada integralmente, 60 = ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária…). É usado pelas empresas do Regime Normal e do Simples com excesso de sublimite; na NF-e, origem e tributação vão em campos separados (orig e CST). Ler o guia →01 (operação tributável com alíquota básica), 06 (operação tributável a alíquota zero), 49 (outras operações de saída) e 99 (outras operações). Nas saídas, empresas do Simples Nacional costumam informar o 49 com valores zerados, porque essas contribuições são pagas dentro do DAS. Ler o guia →NFeDistribuicaoDFe) que entrega a uma empresa, em ordem de NSU, os documentos e eventos em que o CNPJ dela aparece — como as notas que fornecedores emitiram contra ela. A nota chega primeiro como resumo; o XML completo é liberado depois que o destinatário registra a manifestação (a Ciência já basta). Ler o guia →vFCP, separado do ICMS. Ler o guia →indIEDest), o que muda a tributação e as validações da nota. Ler o guia →ultNSU) e pede sempre a partir dele, para não perder nem repetir documentos. Ler o guia →nProt) que a SEFAZ devolve ao conceder a autorização de uso de uma nota — com o código de status cStat 100 — e que prova que ela foi autorizada. A nota assinada, junto com esse protocolo, forma o XML autorizado que emitente e destinatário devem guardar. Ler o guia →cStat) e um motivo (xMotivo). A nota rejeitada não fica registrada no fisco e não tem validade: corrigido o problema, ela é transmitida de novo. Ler o guia →